INDÍGENAS TINGUI BOTÓ FIRMAM COMPROMISSO DO PNHR COM EMATER

Próximo do encerrar do ano de 2013, algumas famílias da comunidade Tingui Botó tiveram a oportunidade de assinarem o Termo de Compromisso com o Banco do Brasil e a Emater como beneficiários do Programa Nacional de Habitação Rural – PNHR. São precisamente 25 famílias desta comunidade que recebeu a celebração do evento organizado pela Emater-AL e pelo governo municipal da cidade de Feira Grande. A comunidade composta por cerca de 120 famílias tem sua população residindo em moradias de alvenaria, e taipa, no entanto, as condições de moradia da maioria dos indígenas sã consideravelmente precárias. A chegada da Emater como prestadora de Extensão Rural e Assistência Técnica na comunidade tem ajudado bastante  no etnodesenvolvimento, e nas melhores condições de vida desta comunidade. Para isto toda a equipe técnica da Emater não tem medido esforços pra trabalhar junto dos indígenas, um belo exemplo é do Eng. Agrônomo Mário Jorge Nunes, extensionista da Emater e que há dois anos está diariamente acompanhando as dificuldades e as conquistas dos dia a dia da comunidade.

A solenidade realizada na escola da comunidade, contou com diversa autoridades do poder público, e de instituições envolvidas no programa, como o Superintendente do Banco do Brasil – Jacson Fonseca,o Secretário de Estado da Agricultura -José Marinho Junior, a presidenta da Emater – Inês Pacheco, o prefeito do município – Veridiano Almir, e diversas outras representatividades da Funai, Governo do Estado e prefeituras de cidades alagoanas.Imagem

O evento também teve a presença de parentes das etnias Kariri-Xocó, e Karapotó-Plaki-ô, que viram de perto o trabalho ativo de uma instituição outrora extinta e que ressurge no estado com a função de beneficiar e fortalecer a agricultura familiar tão combatida no estado de Alagoas pela permanente e excludente monocultura da cana-de-açúcar, além do problema da distribuição de terras.

As moradias providas pela Emater, trata-se de um programa de governo que visa fortalecer a população campesina, e em Alagoas essa instituição tem ajudado a fortalecer o pequeno produtor rural. O concedimento de uma moradia digna, permite aos indígenas um bem estar e dignidade para um melhor convívio permanente na comunidade, evitando o êxodo. Cada moradia tem custo de cerca de R$ 28.000, com financiamento de 96% por conta da Fundação Banco do Brasil, através do Governo Federal.

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