A educação

A formação escolar desse povo é precária. Embora civilizados, entre os índios mais velhos não se encontra nenhum sequer com o ensino fundamental completo, pois algumas décadas atrás o ensino para índios praticamente não existia.
Quanto a população jovem, embora em meio as dificuldades, já se vê muitos que estudam na própria aldeia ou nas cidades, cursam o ensino fundamental e médio. No entanto alguns poucos indígenas dessa etnia já cursam o ensino superior em universidades públicas.
Na aldeia existe uma escola onde os professores índios lecionam para os curumins que buscam mudar o paradigma de que índio não gosta de estudar.
Na verdade o principal meio de educação dos índios sempre foi a “escola da vida”.
Muitos são os problemas encontrados pelos alunos índios quando vão estudar na cidade. A má formação dos professores brancos que não possuem conhecimento suficiente sobre a causa indígena gerando conceitos previamente indevidos, a discriminação dos próprios alunos brancos quanto a etnia, além das dificuldades no trajeto da aldeia até a cidade são algumas das dificuldades que fazem do povo Tingui Botó uma aldeia civilizada, mas com nível escolar atrasado.

CURUMIM QUE ATUALMENTE JÁ ESTUDA NA CIDADE DE FEIRA GRANDE
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